• Quem trabalha no setor de marketing de qualquer empresa sabe a importância de conhecer os tipos de mídias disponíveis para as ações publicitárias da marca.

    Como cada uma possui suas vantagens e desvantagens nas estratégias, escolher a melhor pode ser um desafio e tanto.

    Por isso, neste post, falaremos sobre os principais tipos de mídias utilizadas na publicidade e quando usar cada uma.

    Confira!

    Tipos de mídias para marketing

    Existem vários tipos de mídia que são utilizados no setor publicitário, cada um com suas próprias vantagens e desvantagens.

    O segredo é conhecer cada uma delas a fundo para escolher a que melhor se encaixa na estratégia da campanha adotada.

    Os principais tipos de mídias são:

    1. Mídias tradicionais

    As mídias tradicionais podem ser compreendidas como todas aquelas que não fazem parte do meio digital. Ou seja, são as famosas mídias offline.

    No geral, elas são divididas em televisão, rádio, jornal, revista e as chamadas mídias externas, que são aquelas que encontramos fora da nossa casa, como outdoors, placas, letreiros e até projeções em prédios.

    Abaixo, iremos focar nas três mídias offline mais difundidas e escolhidas para a publicidade:

    1.1. Televisão

    Mesmo com os avanços da internet, a televisão continua sendo um grande meio de comunicação em massa e bastante influente nos lares do Brasil e do mundo.

    Por mais que tenha um custo de anúncio elevado quando comparado a outras mídias, uma chamada publicitária na televisão é capaz de causar muito impacto.

    A principal vantagem dessa mídia em relação à internet, por exemplo, é o poder de influência das propagandas e a facilidade de verificar os retornos num menor período de tempo.

    1.2. Rádio

    Ao contrário do que se pensa, o rádio não está morrendo, mas se reinventando. Hoje, já é possível encontrar transmissões de rádio pela internet, o que o joga novamente aos holofotes da publicidade.

    Aqui, o grande benefício dessa mídia é justamente sua parte sonora: com jingles e músicas que ficam na cabeça, é uma excelente oportunidade para as marcas ficarem gravadas no pensamento dos consumidores.

    1.3. Jornal

    O jornal talvez seja a mídia que mais sofreu com a chegada da internet. Contudo, seu público consumidor, mesmo que tenha diminuído, é bastante fidelizado e único.

    E esse fato é um prato cheio para quem trabalha com marketing. É comum que cada jornal possua um determinado perfil de leitor, o que auxilia bastante na segmentação das estratégias e confere um melhor direcionamento das campanhas.

    Inclusive, outro ponto forte é a possibilidade de criar anúncios sempre atualizados, já que os jornais são diagramados diariamente.

    2. Mídias digitais

    As mídias digitais, como o nome sugere, são aquelas disponíveis através da internet. Em uma sociedade cada vez mais conectada, é praticamente impossível ignorar esses meios, principalmente quando se trata de publicidade.

    Abaixo, iremos falar sobre os principais tipos de mídias dentro do universo digital. Vejamos:

    2.1. Mídia paga

    A mídia paga compreende todas as formas de propaganda em plataformas digitais nas quais a marca paga pela exibição. 

    Alguns exemplos dessa modalidade são o Facebook Ads, Google Ads e TikTok Ads.

    A principal vantagem da mídia paga é a segmentação dos anúncios, na qual você pode determinar exatamente para qual público eles irão aparecer. 

    E, a depender da plataforma, essa propaganda poderá ganhar um alcance e visibilidade enormes.

    2.2. Mídia ganha

    A mídia ganha, também conhecida como mídia espontânea, é uma estratégia de anúncios que, assim como o nome sugere, ganha visibilidade de maneira natural.

    Ao contrário da mídia paga, essa modalidade exige esforços em alguns pilares do marketing digital, como o SEO, para garantir que o conteúdo ganhe destaque nas páginas de pesquisa do Google e ganhe a confiança dos consumidores.

    Os grandes benefícios da mídia ganha é o custo reduzido em comparação aos outros tipos de mídias digitais e uma valorização maior do público pelos conteúdos anunciados.

    2.3. Mídia própria

    Por fim, a mídia própria é aquela que você controla, como um blog ou canal no YouTube que pertencem a você mesmo ou à sua empresa.

    O diferencial da mídia própria é que você pode usar esses canais para promover os produtos ou serviços sem depender de parceiros ou veículos de mídia externos.

    A grande vantagem dessa modalidade é justamente a autonomia no que diz respeito ao conteúdo e divulgação. 

    Aqui, as marcas podem determinar a duração das campanhas e fazer ajustes sempre que achar necessário.

    Enfim, todos os tipos de mídias explicados aqui possuem características diferentes, então caberá aos profissionais do marketing escolher a que mais se encaixará na estratégia de publicidade da marca.

    Para te auxiliar nessa tarefa, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação de anúncios em qualquer tipo de mídia citado acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time.

  • O futuro chegou! Os Virtual Influencers estão ganhando cada vez mais espaço no mercado e a tendência é que os investimentos nessa área continuem subindo.

    Mas você sabe o que são esses virtual influencers ou quais as vantagens de aderir a essa tecnologia?

    Neste post, explicaremos tudo o que você precisa saber sobre o tema.

    Confira! 

    Quem são os Virtual Influencers?

    Como o nome pode sugerir, os virtual influencers são personagens virtuais criados por meio de tecnologias de animação ou design gráfico, e são usados ​​para promover produtos ou marcas através das plataformas de mídia social.

    Em outras palavras, eles fazem exatamente o papel de influenciadores digitais, porém com personalidades artificiais e, portanto, criadas de maneira completamente virtual.

    Essas personalidades fictícias são usadas ​​para promover uma variedade de produtos ou marcas, desde roupas até produtos de beleza.

    Inclusive, muitos virtual influencers têm uma aparência tão humana que são difíceis de distinguir de pessoas reais.

    Isso se dá justamente pela necessidade das empresas de criarem uma imagem que as pessoas possam se identificar e criar um certo vínculo.

    Quais as vantagens de utilizar os virtual influencers?

    As figuras dos virtual influencers são uma inovação de diversos pontos de vista.

    Para além da tecnologia envolvida, esses personagens são criados baseados em experiências com o mercado de influenciadores digitais, com suas nuances e particularidades bem definidas.

    Isso significa que existe uma certa “perfeição” nessa criação, dado que, por serem programados, os virtual influencers conseguem adequar-se completamente aos propósitos e aos valores da marca que estão representando.

    Por isso, existem diversas vantagens na utilização dessa tecnologia no marketing das empresas. Abaixo, você confere algumas delas:

    1. Baixo custo

    O virtual influencers geralmente são mais baratos do que os influenciadores reais, pois não precisam ser pagos pelo seu tempo ou pelo uso de sua imagem.

    Indiretamente, isso contribui também para um ROI positivo, já que o investimento maior será na criação das personalidades, e não em sua manutenção.

    2. Consistência

    Os virtual influencers são capazes de transmitir uma mensagem consistente, pois são controlados pelas pessoas que os criam.

    Isso pode ser útil para promover uma mensagem específica ou para garantir que a mensagem da marca seja transmitida de maneira eficaz.

    Isso cai justamente no ponto da “perfeição” que mencionamos anteriormente. Por serem programados, esses influenciadores passam somente o que as marcas desejam, sem falhas na comunicação ou erros de alinhamento.

    Além disso, eles também são capazes de trabalhar a qualquer hora do dia ou da noite e não precisam se preocupar com coisas como fuso horário ou viagens.

    3. Geração de tráfego qualificado

    Para além das redes sociais, os virtual influencers também podem impactar positivamente em outros canais de comunicação da empresa.

    Um virtual influencer bem programado consegue aumentar o tráfego no site da marca, por exemplo, aumentando as chances de gerar leads qualificados e avançá-los nas etapas de compra.

    Virtual influencers de sucesso

    No Brasil e no mundo, existem alguns exemplos de sucesso envolvendo o uso de influenciadores virtuais. Confira:

    Lu (Magazine Luiza)

    A influenciadora virtual Lu é a imagem da rede varejista Magazine Luiza. Com mais de 6 milhões de seguidores no Instagram, ela é uma das influenciadoras mais populares do Brasil.

    O surgimento da Lu foi uma grande inovação da marca, que buscava uma nova forma de se posicionar na web. A estratégia deu muito certo e, hoje, ela é referência no mercado de virtual influencers.

    CB (Casas Bahia)

    Sendo um personagem refeito de uma versão da década de 60, o CB é um personagem adolescente que representa as Casas Bahia.

    A reformulação foi uma estratégia da marca para se reposicionar no mercado e humanizar seu relacionamento com o cliente, tratando de temas como sustentabilidade e tecnologia.

    Ainda que não tenha agradado tanto os fãs do mascote mais antigo, essa mudança foi um sucesso de engajamento e gera resultados até hoje.

    Lil Miquela

    Lil Miquela é uma virtual influencer com todas as características de uma verdadeira influenciadora “instagrammer”. 

    Com 19 anos e vivendo em Los Angeles, Lil Miquela surgiu num momento onde as atenções estavam voltadas para as causas “Black live matters”, na qual sempre se mostrou presente.

    Além disso, ela já fez sessões fotográficas para a V Magazine e Highsnobiety, Calvin Klein, Prada a convidou para ajudar a promover o seu desfile, e também filmou anúncios publicitários para a UGG.

    Enfim, o uso de virtual influencers por grandes empresas é uma prática com cada vez mais adeptos e com muitas vantagens, tanto para as marcas, quanto para o público.

    Caso possua interesse em investir nessa tecnologia, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação da abordagem citada acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time.

  • Quando falamos em automação do marketing, é comum que as pessoas logo pensem em tarefas realizadas automaticamente, como um simples agendamento de publicação nas redes sociais.

    Contudo, a automação do marketing em sua plenitude vai muito além disso.

    Neste post, falaremos sobre a automação do marketing e o porquê dele seguir como uma das tendências do mercado para 2023.

    Confira!

    O que é Automação do Marketing?

    A automação de marketing é um conjunto de técnicas e ferramentas utilizadas por empresas para automatizar tarefas de marketing, como envio de e-mails, segmentação de clientes, geração de leads e análise de métricas.

    Geralmente, essa tecnologia é baseada em regras pré-determinadas, que são criadas pelos profissionais da área para dizer ao software o que fazer em determinadas situações.

    Por exemplo, uma regra pode dizer que, se um cliente fizer uma compra em um determinado site, ele deve receber um e-mail de agradecimento 24 horas depois.

    A automação de marketing é usada para ajudar as empresas a economizar tempo, maximizar o retorno sobre o investimento na área e aumentar a eficiência das campanhas de marketing.

    Ela também pode ajudar a personalizar as mensagens para cada cliente, o que aumenta a relevância e o impacto dessa comunicação, gerando uma experiência personalizada para cada lead.

    Sobre as ferramentas para a implementação dessa abordagem, algumas das mais comuns usadas incluem plataformas de e-mail marketing e análise de métricas e sistemas de geração de leads.

    Quais os benefícios da Automação do Marketing?

    Com o mercado exigindo cada vez mais agilidade, competitividade e resultados, a automação de tarefas surge como um grande benefício para as empresas em diversos quesitos.

    A automatização do marketing continua a ser uma das mais importantes ferramentas para um marketing eficiente. 

    Abaixo, listamos algumas vantagens da utilização de ferramentas de automação de marketing:

    1. Economia de tempo

    A automação do marketing permite que as empresas economizem tempo realizando tarefas repetitivas de maneira automática.

    Assim, os profissionais podem se concentrar em atividades mais valiosas, como análise de dados e planejamento de campanhas.

    2. Aumento da eficiência das campanhas

    Seguindo a linha de pensamento do item anterior, a automação também aumenta a eficiência das campanhas de marketing, pois permite que as marcas enviem mensagens personalizadas e relevantes para cada cliente de maneira rápida e precisa.

    3. Maximização do ROI

    A tecnologia permite que as empresas rastreiem e analisem métricas importantes, como taxa de abertura de e-mails, cliques e conversões, o que pode ajudar a identificar o que está funcionando bem e o que precisa ser ajustado nas campanhas de marketing.

    Consequentemente, isso acaba por aumentar o retorno sobre o investimento nessa área.

    4. Menor chance de falhas

    Uma automatização diminui drasticamente as chances de erros no processo de vendas.

    Por exemplo, uma pessoa pode esquecer de enviar um e-mail ou uma mensagem importante, mas avisos programados não deixam de ser disparados.

    Outra falha comum é a não percepção da evolução de um lead no funil, o que não ocorre com uma ferramenta de automação. 

    Com a programação certa, ela saberá exatamente quando um cliente passar de uma etapa para outra.

    Por que a Automação do Marketing é uma tendência em 2023?

    Com todas as vantagens mencionadas acima, você já deve ter presumido o porquê dessa tecnologia ser uma tendência para o futuro.

    No geral, as ferramentas de automação oferecem uma maior e mais personalizada interação com o cliente, com um baixo custo e alta eficiência.

    Ou seja, unir essas ferramentas com a coordenação de mentes humanas nos projetos é a fórmula perfeita para campanhas rápidas, criativas e eficientes.

    Enfim, o uso de ferramentas de automação do marketing é uma prática poderosa para aumentar a eficiência de campanhas e melhorar a comunicação com os consumidores.

    Para te auxiliar nessa área, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação das abordagens citadas acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time.

  • A indústria gamer é, hoje, o setor do mercado de entretenimento mais valioso do mundo. 

    Segundo uma pesquisa realizada pela empresa Newzoo, em 2021, este setor faturou R$11 bilhões somente no Brasil.

    Com um crescimento tão grande, as oportunidades de investimento são diversas, e é claro que o marketing de influência não ficaria de fora.

    Por isso, neste post, falaremos um pouco mais sobre os impactos da indústria gamer no Brasil e no mundo e como ela pode ajudar no fortalecimento das marcas.

    Confira!

    A indústria gamer no Brasil

    Foi-se o tempo em que jogar videogame era apenas um simples passatempo. Com cada vez mais investimentos, esse nicho do mercado de entretenimento vem batendo recordes de lucro e audiência ao longo dos anos.

    Para se ter ideia do tamanho do público alcançado, surpreendentes 3 a cada 4 brasileiros dizem jogar jogos eletrônicos, de acordo com um levantamento da Pesquisa Game Brasil.

    Desse montante, as mulheres são a maioria no cenário mobile, com 60,4% de presença, enquanto os homens dominam os consoles e computadores, com 63,9% e 58,9%, respectivamente.

    A indústria gamer no mundo

    A já mencionada empresa Newzoo também projetou um grande crescimento na arrecadação desse nicho para 2023.

    De acordo com a instituição, a receita global da indústria de jogos ultrapassou os 159 bilhões de dólares em 2020 e deve atingir os 220 bilhões de dólares até 2023.

    E não é pra menos, dado que essa área do entretenimento é uma importante empregadora, com milhões de trabalhadores em todo o mundo envolvidos na criação, desenvolvimento e distribuição de jogos.

    Inclusive, para além do setor financeiro, a indústria gamer também tem um impacto positivo na área da saúde, sendo usada em aplicações médicas e educacionais, garantindo o bem-estar da população.

    Como a indústria gamer pode ajudar no fortalecimento das marcas?

    Agora que você tem noção do impacto financeiro e social desse mercado e conhece seu potencial em relação a público e audiência, com certeza deve ter se interessado por anunciar por lá, né?

    Mas como uma marca pode investir em marketing dentro da indústria gamer?

    Abaixo, listamos três opções viáveis para o negócio. Vejamos:

    1. Patrocínio

    O patrocínio de jogos envolve um investimento nos títulos quando eles ainda se encontram na fase de desenvolvimento.

    Este dinheiro ajudará os desenvolvedores a investir em novas tecnologias e mecânicas nos jogos, o que aumentará sua qualidade e, consequentemente, seu público consumidor.

    Em retorno, as marcas têm suas logomarcas incluídas na versão final desses jogos e, a depender dos contratos, seus produtos e serviços também podem ser promovidos dentro do próprio jogo ou em evento relacionado.

    2. Parcerias com influenciadores

    As parcerias com influenciadores gamers envolvem a colaboração com influenciadores populares na indústria gamer para promover a marca.

    Estes influenciadores podem mencionar ou mostrar os produtos da empresa em seus vídeos e/ou postagens nas redes sociais, o que ajuda a aumentar o alcance da campanha de marketing.

    Essas parcerias, geralmente, são eficazes, pois os seguidores dos influencers tendem a confiar nessas recomendações e opiniões.

    3. Experiências de marca dentro dos jogos

    Por fim, as experiências de marca envolvem a inclusão de elementos da marca dentro do jogo de maneira orgânica.

    Isso pode incluir a criação de personagens ou elementos de jogo baseados na marca ou a inclusão de produtos ou serviços da empresa em missões ou eventos.

    Essa estratégia ajuda a aumentar a exposição da marca e a construir uma conexão com os jogadores.

    Como exemplo, podemos citar o jogo Death Stranding, projetado por Hideo Kojima, que recebeu uma versão virtual do energético Monster Energy.

    Enfim, a indústria gamer está longe de atingir seu ápice no potencial lucrativo e, por isso, é uma excelente área de investimento, sobretudo para a área do marketing.

    Para saber mais sobre este nicho, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação das abordagens citadas acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time!

  • O E-commerce no Brasil é um dos investimentos dentro das empresas que vem crescendo bastante nos últimos anos.

    Hoje em dia, é bastante difícil encontrar empresas que já estão no mercado ou surgindo sem e-commerces.

    De acordo com dados de um levantamento realizado pela SmartHint, os cinco primeiros meses de 2022 tiveram uma arrecadação 785% maior se comparado ao período pré-pandemia.

    Ou seja, é um mercado de possibilidades que, definitivamente, não podemos ignorar.

    Por isso, neste post, falaremos sobre o que é o e-commerce, como está o mercado de e-commerce no Brasil e quais são as suas tendências para 2023.

    Confira!

    O que é o e-commerce?

    De maneira resumida, o e-commerce é a prática de realizar negócios pela internet.

    Isso inclui a compra e venda de produtos ou serviços através de um site ou plataforma digital, bem como as atividades relacionadas, como processamento de pagamentos, gerenciamento de estoque e entrega de produtos.

    O e-commerce é uma forma cada vez mais popular de fazer compras, pois oferece comodidade, ampla seleção de produtos e preços competitivos.

    Além disso, os consumidores podem facilmente comparar produtos e preços de diferentes vendedores e lojas online antes de tomar uma decisão de compra.

    Como está o mercado de e-commerce no Brasil?

    O crescimento do e-commerce no Brasil tem sido impulsionado pelo aumento do acesso à internet, pela crescente confiança dos consumidores em fazer compras online e pelo aumento da oferta de produtos e serviços.

    Só para se ter uma ideia, em estudo realizado pela Retail X, do Reino Unido, a plataforma de e-commerce brasileiro é a que detém o maior crescimento da América Latina.

    Em 2022, este mercado arrecadou US$8,1 bilhões a mais do que em 2021 e as expectativas para o futuro é que esse aumento mantenha-se constante.

    No entanto, o e-commerce no Brasil ainda enfrenta alguns desafios, como o alto nível de inadimplência e a falta de infraestrutura de entrega e logística em algumas regiões do país.

    Quais as tendências do e-commerce no Brasil para 2023?

    Como sabemos, definir o que será tendência ou não no mercado é uma tarefa difícil, principalmente por causa de sua dinamicidade e de suas mudanças repentinas.

    Contudo, após a análise do panorama atual, podemos apontar algumas tendências que irão bombar em 2023. São elas:

    1. Voice Commerce

    Também conhecida como compra por voz, essa prática tem ganhado cada vez mais espaço no e-commerce, principalmente após o Google ajustar seu algoritmo para compreender melhor as buscas por voz.

    Todo e qualquer usuário de tecnologia ama processos de comunicação ágeis, e em processos de compra, isso não seria diferente. 

    Por isso, espere um aumento considerável nos usos de tecnologias como Amazon Echo e Google Home.

    Inclusive, gigantes da indústria, como as empresas Natura e Domino’s já desenvolveram meios para tornar seus processos de venda completamente realizáveis somente por mecanismos de voz.

    2. Omnichannel

    Omnichannel é uma estratégia de negócios que busca oferecer uma experiência de compra consistente e integrada aos consumidores, independentemente de onde eles estejam ou de qual canal estão usando para fazer suas compras.

    Isso significa que as empresas precisam ter uma presença digital, bem como em lojas físicas, e garantir que esses canais estejam interconectados e trabalhem em conjunto para atender às necessidades dos consumidores.

    Por exemplo, um consumidor pode pesquisar um produto online, adicioná-lo à sua lista de desejos e, em seguida, ir até uma loja física para comprá-lo.

    A empresa deve ser capaz de rastrear as atividades do consumidor e fornecer uma experiência personalizada, como mostrar a ele os produtos que ele adicionou à sua lista de desejos quando ele entra na loja.

    Além disso, a empresa deve ser capaz de processar pagamentos, gerenciar estoque e fazer entregas de maneira consistente, independentemente do canal usado pelo consumidor.

    3. Sustentabilidade

    Os consumidores estão cada vez mais conscientes da necessidade de proteger o meio ambiente e, por isso, estão procurando opções de compra mais sustentáveis.

    As empresas de e-commerce que abraçam a sustentabilidade e demonstram compromisso com a responsabilidade ambiental podem ter vantagem sobre as que não o fazem.

    Existem muitas maneiras pelas quais as empresas podem tornar suas operações mais sustentáveis.

    Alguns exemplos incluem a redução do uso de embalagens plásticas, o investimento em fontes de energia renováveis e a oferta de opções de entrega mais agradáveis ao meio ambiente.

    Além disso, elas podem promover produtos sustentáveis e trabalhar com fornecedores que compartilhem sua preocupação com o meio ambiente.

    4. Realidade aumentada

    A realidade aumentada é uma tecnologia que permite aos usuários visualizar informações adicionais ou elementos virtuais em sua visão do mundo real.

    Normalmente, isso é realizado através de um dispositivo móvel ou com o auxílio de óculos de realidade aumentada.

    Essa tecnologia tem sido cada vez mais usada no e-commerce para melhorar a experiência de compra dos consumidores.

    Por exemplo, algumas empresas de e-commerce permitem que os clientes visualizem como um produto ficaria em sua casa antes de comprá-lo, através de um smartphone. 

    Eles apontam a câmera para um local da casa e conseguem ver como o móvel ficaria ali.

    Enfim, o e-commerce no Brasil possui várias tendências para 2023 e, com a preparação certa, as empresas podem se dar muito bem neste mercado.

    Para te auxiliar nessa tarefa, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação das abordagens citadas acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time.

  • A Inteligência Artificial, apesar de ser um conceito bastante conhecido e difundido, ainda é um tema que levanta muitas perguntas ao seu redor.

    E compreender o que ela é e como funciona é primordial para as empresas que almejam a modernização de suas marcas e negócios.

    Por isso, neste post, falaremos sobre o que é a inteligência artificial e como ela se apresenta na internet, além de mostrar alguns conceitos e tendências da tecnologia para o mercado de marketing de influência.

    Confira!

    Inteligência Artificial: o que é e como funciona?

    Também conhecida por sua sigla IA, a Inteligência Artificial pode ser compreendida como a capacidade de um sistema computacional de realizar tarefas que normalmente exigiria inteligência humana, como tomar decisões, reconhecer padrões e aprender.

    Podemos dividir a IA em três categorias:

    1. IA de nível básico: neste nível, o sistema é capaz de realizar tarefas específicas e limitadas, mas não possui capacidade de aprendizado ou tomada de decisão autônoma.
    2. IA de nível médio: aqui, o sistema consegue aprender e adaptar-se a novas tarefas, mas ainda é limitado em sua capacidade de realizar atividades que exigem conhecimento e habilidades específicas.
    3. IA de nível alto: neste nível, o sistema realiza tarefas complexas e adapta-se a novas situações de maneira autônoma, semelhante à inteligência humana.

    Para funcionar, a IA geralmente requer grandes quantidades de dados para treinamento e algoritmos especializados para processar esses dados e tomar decisões.

    Seu desenvolvimento é uma área em ascensão ultimamente, com rápido crescimento e com aplicações em diversos setores, incluindo saúde, transporte, finanças e, claro, o marketing digital.

    Inteligência Artificial: principais tipos

    Existem vários tipos de IA e a utilidade de cada um deles irá depender da tarefa em questão e do nível de complexidade desejado.

    Abaixo, listamos os principais tipos:

    1. Aprendizado de máquina (machine learning)

    O aprendizado de máquina é um tipo de inteligência artificial que permite que os sistemas aprendam por si mesmos.

    Ele se baseia em algoritmos que são capazes de processar grandes quantidades de dados e adaptar-se a novas informações sem a necessidade de uma programação específica.

    Existem vários tipos de aprendizado de máquina, incluindo aprendizado supervisionado, aprendizado não supervisionado e aprendizado por reforço.

    2. Aprendizado profundo (deep learning)

    O aprendizado profundo é um tipo de aprendizado de máquina que utiliza redes neurais de múltiplas camadas para processar grandes quantidades de dados e aprender padrões complexos.

    Ele é muito eficaz em tarefas que exigem reconhecimento de padrões, como reconhecimento de voz e imagem.

    3. Processamento de linguagem natural (PLN)

    O processamento de linguagem natural é um tipo de IA que permite que os sistemas entendam e respondam ao idioma humano de maneira natural.

    Ele é utilizado, por exemplo, em chatbots, assistentes virtuais e sistemas de tradução automática.

    O PLN é complexo, pois requer que o sistema compreenda o contexto e as sutilezas da linguagem humana, como gírias, ironia e ambiguidade.

    De que maneira essas inteligências artificiais estão inseridas no mercado de marketing de influência?

    A inteligência artificial tem sido cada vez mais utilizada no mercado de marketing de influência para automatizar tarefas, analisar dados e tomar decisões.

    A seguir, listamos algumas das tendências mais comuns no uso dessa tecnologia:

    1. IA no uso de chatbots e assistentes virtuais

    Os chatbots nada mais são do que programas de IA utilizados para atender aos clientes e responder a perguntas comuns.

    Já os assistentes virtuais são capazes de realizar tarefas mais complexas, como agendar compromissos ou fazer reservas.

    2. IA para análise de dados e tomada de decisões

    Uma IA é capaz de processar uma grande quantidade de informações em tempo real e fornecer insights valiosos para o marketing de influência.

    Por exemplo, os sistemas de aprendizado de máquina podem analisar os dados de uma campanha de marketing e identificar padrões usados para melhorar o desempenho.

    3. Personalização de conteúdo

    A inteligência artificial também consegue personalizar o conteúdo exibido a usuários, com base em seus interesses e comportamentos.

    Isso pode aumentar a eficácia das campanhas de marketing de influência, pois o conteúdo é mais relevante para o público-alvo.

    4. Influenciadores virtuais

    Nos dias de hoje, a IA está sendo utilizada na criação de influenciadores virtuais, que nada mais são do que personagens digitais com a capacidade de postar conteúdo e interagir com os seguidores de maneira autônoma.

    Alguns exemplos dessa abordagem são a Lu, avatar da gigante do varejo e e-commerce Magazine Luiza, e o CB, das Casas Bahia.

    Essa é uma boa maneira de atingir um público mais jovem e digitalmente nativo.

    5. Análise de sentimentos

    Por fim, a IA também pode ser utilizada para analisar os sentimentos dos usuários em relação a uma marca ou campanha de marketing de influência. 

    Isso ajuda os responsáveis pela estratégia a entender o que está funcionando bem e o que precisa ser ajustado.

    Enfim, a inteligência artificial é uma das melhores apostas para a modernização e o futuro das empresas, sobretudo na área do marketing.

    Para saber mais sobre a estratégia, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação da abordagem citada acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time!

  • Como investir no metaverso é uma pergunta que está sendo feita por muitas pessoas e empresas desde o lançamento do ambiente virtual. 

    O assunto ganhou ainda mais destaque quando Mark Zuckerberg, diretor executivo do Facebook, anunciou uma alteração no nome do grupo da rede social para Meta. 

    Mas como as empresas varejistas estão lidando com essa nova tecnologia? É possível obter lucros nessa área?

    Neste artigo, explicaremos como as empresas do varejo podem investir nesse universo e o que elas podem esperar de retorno.

    Confira!

    O que é o metaverso?

    De uma maneira simplificada, o metaverso é um ambiente virtual que busca integrar as particularidades da tecnologia ao mundo real. 

    Em outras palavras, ele é um espaço imersivo construído com a ajuda de ferramentas como hologramas, realidade virtual e realidade aumentada.

    Para uma melhor visualização do conceito, imagine um cenário similar ao do filme Matrix, das diretoras Lana e Lilly Wachowski. 

    Contudo, no metaverso, a ideia é que tenhamos avatares virtuais que irão conversar, trabalhar e viver, de fato, neste universo virtual.

    Inclusive, é válido salientar também que para acessar este ambiente, faz-se necessário o uso de alguns recursos como os famosos óculos de realidade virtual.

    Mas como investir no metaverso sendo varejista?

    Antes de tudo, é preciso dizer que, para iniciar os investimentos nesta área, faz-se necessário todo um planejamento voltado ao metaverso. 

    Isso significa que devemos tratar o ambiente virtual como um novo canal e, por isso, realizar análises prévias, entender os processos e estudar os potenciais e as limitações da própria empresa ao inseri-la no ambiente virtual.

    Isso inclui, inclusive, um estudo para verificar o público-alvo que queremos alcançar dentro das plataformas de realidade virtual. 

    Um erro comum é achar que os consumidores virtuais serão os mesmos da vida real, o que não necessariamente será verdade.

    Após compreender a empresa e seu possível público-alvo, a estratégia a ser implementada passa pela ideia de posicionamento de marca. 

    Sabe a história do “quem não é visto, não é lembrado”? Aqui, ela se encaixa perfeitamente. O relacionamento com o consumidor é, talvez, o ponto mais importante. 

    O posicionamento certo com o público certo é a chave para a fidelização e, consequentemente, o crescimento da marca.

    Abaixo, listamos alguns exemplos de varejistas que aderiram ao metaverso e utilizaram estratégias que podem servir como insights para as da sua empresa. Vejamos:

    1. Forever 21

    No metaverso, as empresas podem criar um ambiente próprio para o crescimento da marca ou podem optar por aderir a espaços existentes, como foi o caso da Forever 21 com o Roblox.

    Com uma unidade da loja aberta no ambiente de jogos do Roblox, a Forever 21 usou a estratégia de oferecer produtos virtuais da marca dentro do ambiente digital. 

    Inclusive, um desses itens fez tanto sucesso que ganhou uma versão física no mundo real. É um ótimo exemplo de sucesso.

    2. Nike

    Já a marca esportiva Nike é uma das empresas que preferiu criar seu próprio ambiente no metaverso, chamado Nikeland. 

    Contudo, para além de simplesmente inaugurar uma unidade virtual e vender os produtos, a Nikeland permite que seus usuários pratiquem esportes e criem seus próprios minigames.

    Um diferencial que se encaixou perfeitamente na proposta da marca e, ao mesmo tempo, torna seu ambiente atrativo e, principalmente, interativo.

    3. Walmart

    A gigante Walmart apostou numa estratégia mais contida, porém eficiente. 

    No metaverso, a empresa possui uma loja na qual seus clientes conseguem frequentar, visualizar os itens disponíveis e realizar as compras, tudo de maneira virtual. 

    Aqui, o diferencial é que os produtos adquiridos chegam em suas casas na vida real.

    Enfim, com tantas estratégias e possibilidades que o metaverso oferece, cabe apenas ao investidor analisar os melhores cenários e decidir os caminhos para as implementações. 

    Se a sua empresa planeja investir no ramo, considere entrar em contato com o time de especialistas em Marketing de Influência da SamyRoad para que possamos emergir nas melhores estratégias para o seu negócio!

    Na Samy, ajudamos as marcas a crescerem. Combinamos pesquisa, tecnologia com estratégia, criatividade e performance, para criar soluções, mensagens e experiências que signifiquem muito além do que se vê. 

    Proporcionar o crescimento é o nosso valor partilhado. Relevante, simples, eficaz. Se você é um criador de conteúdo, entre para a nossa comunidade exclusiva e faça parte desse time.

  • Videocast é um formato de comunicação que está ganhando cada vez mais espaço nas plataformas digitais, sobretudo pela sua forte influência do podcast.

    A principal vantagem desse tipo de conteúdo é a sua versatilidade: ele pode ser usado para apresentar um produto, contar uma história, fazer um tutorial ou até mesmo para entrevistar um especialista.

    No entanto, para criar um videocast de qualidade, é preciso seguir algumas práticas que levam a criação de bons conteúdos neste formato.

    Neste post, vamos falar sobre o conceito do videocast, suas diferenças entre o podcast e como produzir um bom videocast para a sua audiência.

    Confira!

    O que é videocast?

    Em meio à pandemia do coronavírus, o videocast atingiu o seu auge e se tornou um dos formatos de comunicação preferido das plataformas de streaming. 

    Com a quarentena, as pessoas passaram a buscar mais por conteúdos em vídeo, seja para se informarem, se divertirem ou se manterem conectadas.

    Mas afinal, o que é?

    O videocasting é um tipo de comunicação on-line que está crescendo em popularidade devido a seu formato visual atraente. 

    Um videocast normalmente envolve uma ou mais pessoas gravando a si mesmas falando sobre um determinado tópico, que é então transmitido ao vivo ou pré-gravado e compartilhado on-line. 

    Este tipo de conteúdo pode ser usado para uma variedade de propósitos, tais como fornecer conteúdo educacional, compartilhar notícias ou opiniões, ou simplesmente entreter os telespectadores. 

    O vídeo é uma ótima maneira de alcançar um grande público e se conectar com eles de uma forma mais pessoal do que a comunicação baseada somente em texto ou áudio.

    Profissionais de todos os nichos apostando em videocast

    Não há dúvidas do quanto o audiovisual cresceu em busca nos últimos anos. Hoje em dia, encontramos dezenas de milhares de influenciadores no Brasil e no mundo.

    Bem como, vemos profissionais da mídia e comunicação e o mercado do marketing de influência e digital aquecido pelos novos formatos de mídia.

    Pessoas famosas, artistas, profissionais da mídia, o formato de videocast funciona para todos. Pois se tornou um ótimo palco online para expressar de forma mais autêntica e com bastante interação com o espectador. 

    No mercado temos nomes como Thiago Nigro e o Primo Cast, Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme com o Quem Pode, Pod, Bruno Perini e Malu Perini com Os Sócios e muitos outros.

    Todos esses são nomes renomados de variados nichos do mercado, que transformaram seus canais em verdadeiros meios para se comunicar por videocast.

    Por isso, o videocast também veio como uma forma de fazer com que as pessoas se sintam mais próximas de quem está assistindo e possam se identificar melhor com semelhanças e diferenças. 

    Qual a diferença entre videocast e podcast?

    Apesar de serem formatos de comunicação semelhantes, possuem várias diferenças. 

    A principal delas é que o podcast é um formato apenas em áudio e que normalmente as pessoas escutam em streamings como Spotify e Deezer.

    Outra coisa que difere entre videocast e o podcast é o budget que precisa ser investido neles. 

    O custo com a produção de um videocast é bem maior do que um podcast porque envolve além da produção de conteúdo em vídeo envolve um custo maior de armazenamento nas plataformas.

    Porém, apesar de serem diferentes, conseguem atingir públicos grandes. O videocast segue um “estilo” no qual, em outras palavras, pode ser entendido como a nova televisão, tal como redes sociais como o Tik Tok.

    Já o podcast é um formato que pessoas que não sentem ou não podem estar consumindo o conteúdo visualmente, preferem. Como no caso, também, de audiobooks, no qual os livros são lidos e você escuta como um “podcast”.

    O Youtube, sem dúvidas, se afirma mais uma vez, como uma das principais plataformas para transmissão de videocasts. 

    Por ser uma plataforma de audiovisual, desde sempre, passou a ser a mais acessada para o consumo de conteúdos como videocasts, logo, a principal aposta dos marketings de influenciadores e empresas.

    Por que investir em videocast

    Com a crescente dos podcasts desde 2017, no Brasil, os videocasts vieram como uma alternativa mais interativa, com seus recortes ou transmissões ao vivo em streamings. 

    A ideia de investir neste tipo de comunicação é para que a sua marca ou influência possa ter mais autoridade sobre determinados assuntos que você trabalha.

    Além disso, você consegue criar uma comunidade ao redor da sua marca e vender mais. 

    E aqui, o grande segredo é conversar com sua comunidade sobre um nicho que ela ama e não apenas sobre o seu produto.

    A comunicação em vídeo, portanto, vem ganhando cada vez mais espaço. As pessoas sentem a necessidade de saber de quem é a cara e voz dos que apresentam conteúdos. 

    Portanto, se você é influenciador digital ou possui alguma marca, invista neste formato. Ele certamente irá elevar seu patamar na hora de se comunicar e ganhar mais visibilidade para a sua marca.

    Para soluções de marketing de influenciadores, conte com nosso time especializado e entre para a nossa comunidade exclusiva.

  • Atualmente, é fundamental entender o que é Metaverso. O assunto, ainda visto como promessa de um futuro não tão distante é, sem dúvidas, uma das pautas mais polêmicas, especuladas, faladas e investidas dos últimos anos. 

    A sua importância e o impacto que promete trazer para a sociedade, num âmbito virtual, é tão grande que até mesmo o Facebook já passou a se chamar “Meta”. 

    Por isso, entender o que significa esse universo e todos os impactos que podem gerar na vida das pessoas, em comunidade, é de suma importância, sobretudo, se você é alguém conectado e interessado por tecnologia. 

    Neste artigo, vamos conversar sobre o que é o Metaverso, suas origens e o que você precisa saber para poder acessá-lo, atualmente.

    Confira!

    O que é Metaverso. Foto: reprodução

    O que é Metaverso

    O metaverso é uma representação do universo digital, que pode incluir tudo, desde a World Wide Web até os mundos virtuais criados por computador. 

    Algumas pessoas também o consideram como uma evolução do universo virtual, onde as pessoas não apenas interagem com avatares, mas também podem criar seus próprios mundos.

    Dessa forma, tal mundo virtual foi criado por uma rede de computadores distribuídos pelo mundo. Ele foi criado como um lugar para que as pessoas possam se reunir e interagir, assim como na vida real. 

    No entanto, a diferença é que no Metaverso, você pode ser qualquer coisa que quiser: um super-herói, um monstro, um príncipe ou até mesmo um deus.

    A utopia futurista propõe unir o mundo real e o virtual. E seu tamanho impacto permitiu sair dos livros de ficção científica até chegar na mesa de grandes investidores e empresas. 

    Mas afinal, qual a sua origem?

    Sabendo o que é Metaverso, afinal, qual a sua origem?

    A origem do Metaverso não é mérito somente de uma pessoa. O conceito do metaverso apareceu, pela primeira vez, em 1992 com o escritor norte-americano Neal Stephenson. 

    Em sua criação Snow Crash, Stephenson o descreve como uma espécie de espaço virtual coletivo compatível e convergente com a realidade. 

    E que seria necessário o uso de óculos, disponíveis no mundo real, para acessar esse outro mundo virtual. 

    Ali, também nascia a ideia de avatares no mundo virtual e sua capacidade em se movimentar e viver tal como na realidade, de maneira mais liberta, com cada avatar se colocando como as pessoas, na vida real, gostariam de ser, nesse universo virtual. 

    Além de Stephenson, tal conceito também se refere ao cientista da computação e futurista Ray Kurzweil. 

    Ele descreve um ambiente de computação em nuvem totalmente imersivo, onde as pessoas podem se comunicar e interagir como se estivessem em um mundo real. 

    Kurzweil acredita que o Metaverso será criado a partir da combinação de Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR), permitindo que as pessoas explorem um mundo totalmente digital.

    Em 2005, quando lançou seu livro The Singularity is Near, Kurzweil explana exatamente muito do que já estamos experienciando hoje, em termos de inteligência artificial e o metaverso, quando abordou acreditar na extensão humana a partir desses artifícios.

    A origem do Metaverso. Foto ilustração: Reprodução

    O que você precisa para entrar no Metaverso

    Através de aplicativos como o Mozilla Hubs, você consegue entrar no Metaverso, acessando pelo celular ou tablet. 

    Ainda que a experiência seja limitada, garanta que você tenha acesso estável à internet, processadores potentes e os equipamentos necessários para adentrar no universo virtual. 

    Atualmente, são precisos alguns equipamentos específicos para entrar no Metaverso, e também, ativos digitais. 

    Os principais entre eles são:

    Óculos de realidade virtual

    Para poder experimentar e interagir com o que o Metaverso dispõe, é necessário ter os óculos específicos para esse fim. 

    Óculos de Realidade Virtual. Foto ilustração: reprodução.

    Joysticks

    Joysticks são espécies de controles remotos que, juntos ao óculos de realidade virtual, compõe um combo para que a experiência seja mais completa. 

    Isso visto que, manualmente, você consegue controlar movimentos através de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR).

    Joystick. Foto ilustração: reprodução.

    Criptomoedas

    As criptomoedas são as maneiras que você encontra para monetizar suas ações dentro do Metaverso. A partir dela, você consegue adquirir itens e serviços disponíveis. 

    Cada game e universo possui a sua própria moeda e funciona com uma carteira compatível.

    Criptomoedas. Imagem ilustração: reprodução

    NFTs 

    Os “tokens não fungíveis”, ou NFTs, também são um modelo de criptoativo.

    Diferente das criptomoedas, os NFTs são considerados itens únicos e não podem ser substituídos. 

    Ou seja, representam objetos colecionáveis dentro do Metaverso e funcionam como uma espécie de certificado digital para garantir que você é o dono e detém os direitos sobre aquele bem.

    NFTs. Imagem ilustrativa: reprodução.

    Diante disso, é importante estar ligado nessa nova era cibernética, que promete mudar o comportamento humano e os formatos de interação, aliados às novas tecnologias e realidades virtuais. 

    Para fazer parte de um time de especialistas em ser earlier adopters nas novas tecnologias e estar sempre por dentro das novidades do mercado do Marketing de Influência, que está cada vez mais por dentro do metaverso, entre para a nossa comunidade, caso você seja um creator ou, fale com o nosso time, caso você seja uma empresa que busca alinhar seus propósitos de marca aos novos cenários. 

  • No Brasil, o e-sports é um reflexo sobre como, cada vez mais, o país está presente no universo dos esportes eletrônicos, devido a forte presença de jogadores de futebol brasileiros.

    O cenário é perfeito, pois é onde os jogadores da vida real conseguem passar seus momentos de lazer, jogando no virtual. 

    Mais ainda, eles estão não somente jogando, mas investindo no mercado e criando seus próprios times e organizações.

    Além disso, os jogadores brasileiros são verdadeiros influenciadores do meio e através de suas imagens de celebridades esportivas, conseguem aumentar a audiência para esse mercado que só inova.

    E não se engane, não são somente jogos virtuais da FIFA, mas vários outros como Counter-Strike, League of Legends, Fortnite e Free Fire que estão entre os favoritos. 

    Neste artigo, vamos falar sobre quem são os principais jogadores brasileiros que, nas horas vagas, são verdadeiros gamers virtuais. 

    e-Sports, imagem ilustrativa. Reprodução

    O mercado de e-Sports no Brasil

    As expectativas para este ano é de que o mercado de e-Sports alcance uma receita de US $2 bilhões (cerca de R $7 bilhões) até o final de 2022.

    Isso só mostra o seu crescimento vem dominando o universo tecnológico e trazendo uma audiência, cada vez maior, para as competições.

    Neste contexto, podemos entender que o os Esportes eletrônicos ou e-Sports falam sobre competições de jogos eletrônicos, que vão desde futebol até jogos de tiros, em que atletas disputam partidas on-line ou em eventos presenciais. 

    Em sua maioria, a audiência acompanha tudo isso através de plataformas de streaming ou mesmo no local do evento. 

    Jogadores de futebol que jogam e-Sports

    A lista é extensa e recheada de craques do futebol. Aqui, estão os principais deles, seus jogos favoritos e como estão apostando no mercado do e-sports.

    Confira!

    Neymar Jr.

    O camisa 10 da Seleção Brasileira é um fã dos esportes virtuais. Ele sempre aliou sua vida jogando bola com a diversão nos jogos virtuais. 

    Não à toa, o jogador se tornou streamer no Twitch e já conta com 1,9 milhões de seguidores na plataforma.  

    Entre seus jogos favoritos estão os jogos da FIFA, Player Unknown ‘s Battlegrounds e  Counter-Strike.

    Ao entrar para o Twitch, em sua primeira partida, Neymar contou com mais de 100 mil pessoas ao vivo, simultaneamente, para acompanhar o craque da Seleção.

    Neymar Jr – Fortnite
    Neymar Jr – e-Sports

    Casemiro

    Casemiro é mais outro craque da seleção brasileira, além de ser o volante do Real Madri. Mas nas horas vagas, é no mundo do e-Sports que ele se joga. 

    E não somente como gamer, mas como grande investidor do mercado do esporte virtual. 

    Isso porque, Casemiro lançou sua própria organização, Case Esports, e já tem seu time oficial de CS:GO (Counter-Strike: Global Offensive).

    Tais jogadores se mudaram para uma casa em Madri e é de lá que competem nos campeonatos europeus. 

    Além disso, Casemiro preza para que o time da Case Esports seja composto somente por brasileiros, bem como, tem como objetivo o incentivo aos jovens talentos gamers.

    Para além da CS:GO, no ano passado também foi anunciada a entrada da organização em outras modalidades, como League of Legends, Valorant e FIFA.

    Case Esports

    Paquetá

    O jogador brasileiro, ex-Flamengo e atual contratado para o time inglês West Ham, leva muito a sério a sua paixão pelos eSports. 

    Ele foi um dos primeiros jogadores brasileiros a entrar na onda dos jogos virtuais, e desde 2019 tem a sua equipe, que jogou nas primeiras ligas da Gamers Club.

    A Paquetá Esports Gaming é o nome da equipe de CS:GO do jogador. Porém, em 2021 a equipe encerrou suas atividades, deixando livres para contrato, todos os integrantes do time que até então, conseguiu ser um dos melhores de CS:GO.

    Paquetá Esports Gaming
    Paquetá Esports Gaming

    Felipe Melo

    Felipe Melo é o atual volante do Fluminense, mas também, grande fã dos esportes virtuais, seja nos mapas de Rainbow Six Siege ou nos campos digitais de FIFA.

    Sua paixão pelos esportes virtuais, como todo fã, também já causou polêmica, quando ele protestou contra a EA Sports, por problemas ocorridos em sua conta do FIFA 21. 

    e-Sports, Felipe Melo

    Gabriel Jesus

    Gabriel Jesus não esconde que são nos jogos virtuais, sobretudo CS:GO e FIFA que ele tem seus momentos para se divertir, fora dos campos. 

    O atual atacante do Arsenal, time inglês, já participou de campeonatos de CS:GO ao lado dos amigos e até mesmo Neymar participou da live para acompanhar o craque, ao lado de 10 mil usuários simultâneos. 

    e-Sports, Gabriel Jesus

    Thiago Silva

    O zagueiro brasileiro que segue grande pelo Chelsea, da Inglaterra, é um dos jogadores da seleção mais antigos, na formação atual. 

    O jogador até curte jogar FIFA, mas a sua preferência é por outros estilos como Call of Duty.

    Dentro de casa, o assunto é levado a sério, onde o ex-jogador do Fluminense guarda as suas coleções de jogos e itens da Call of Duty. 

    Thiago Silva. Reprodução

    João Pedro e Kaique Rocha

    Os dois jogadores de futebol se uniram para formar a Team Vikings, VKS. Fundada pelo atacante João Pedro e o zagueiro Kaique Rocha, tudo começou com Fortnite, mas o momento de destaque foi com o jogo VALORANT.

    João Pedro e Kaique Rocha, TEAM Vikings VKS

    Arthur Melo

    O craque é campeão da Libertadores pelo Grêmio e atualmente joga na Juventus, da Itália.

    E junto ao seu crescimento na carreira como jogador de futebol, aumentou, também, a vontade de investir na 00 Nation, que é uma organização norueguesa de e-Sports. 

    Ele não é um dos fundadores, porém, atua no front, para que tudo funcione bem e sempre captando os melhores players brasileiros para o time deles.

    Dentro da equipe, eles contam atualmente com uma das estrelas brasileiras do CS:GO, Marcelo “coldzera” David. 

    E dentro os demais investimentos da equipe no cenário brasileiro, a 00 Nation montou times de Free Fire e Rainbow Six com atletas nossos.

    Arthur Melo e Gaules, e-sports
    00 Nation, Arthur Melo

    Douglas Costa

    O jogador  brasileiro, ex-Grêmio e atacante no Los Angeles Galaxy, criou a DC Team, que veio para somar no mundo dos eSports.

    De início, atacando no Fortnite, FIFA e depois com uma lineup de PUBG Mobile. Além desses, o jogador afirma sua paixão pela VALORANT e Call of Duty: Warzone. 

    DC e-Sports