• O futuro chegou! Os Virtual Influencers estão ganhando cada vez mais espaço no mercado e a tendência é que os investimentos nessa área continuem subindo.

    Mas você sabe o que são esses virtual influencers ou quais as vantagens de aderir a essa tecnologia?

    Neste post, explicaremos tudo o que você precisa saber sobre o tema.

    Confira! 

    Quem são os Virtual Influencers?

    Como o nome pode sugerir, os virtual influencers são personagens virtuais criados por meio de tecnologias de animação ou design gráfico, e são usados ​​para promover produtos ou marcas através das plataformas de mídia social.

    Em outras palavras, eles fazem exatamente o papel de influenciadores digitais, porém com personalidades artificiais e, portanto, criadas de maneira completamente virtual.

    Essas personalidades fictícias são usadas ​​para promover uma variedade de produtos ou marcas, desde roupas até produtos de beleza.

    Inclusive, muitos virtual influencers têm uma aparência tão humana que são difíceis de distinguir de pessoas reais.

    Isso se dá justamente pela necessidade das empresas de criarem uma imagem que as pessoas possam se identificar e criar um certo vínculo.

    Quais as vantagens de utilizar os virtual influencers?

    As figuras dos virtual influencers são uma inovação de diversos pontos de vista.

    Para além da tecnologia envolvida, esses personagens são criados baseados em experiências com o mercado de influenciadores digitais, com suas nuances e particularidades bem definidas.

    Isso significa que existe uma certa “perfeição” nessa criação, dado que, por serem programados, os virtual influencers conseguem adequar-se completamente aos propósitos e aos valores da marca que estão representando.

    Por isso, existem diversas vantagens na utilização dessa tecnologia no marketing das empresas. Abaixo, você confere algumas delas:

    1. Baixo custo

    O virtual influencers geralmente são mais baratos do que os influenciadores reais, pois não precisam ser pagos pelo seu tempo ou pelo uso de sua imagem.

    Indiretamente, isso contribui também para um ROI positivo, já que o investimento maior será na criação das personalidades, e não em sua manutenção.

    2. Consistência

    Os virtual influencers são capazes de transmitir uma mensagem consistente, pois são controlados pelas pessoas que os criam.

    Isso pode ser útil para promover uma mensagem específica ou para garantir que a mensagem da marca seja transmitida de maneira eficaz.

    Isso cai justamente no ponto da “perfeição” que mencionamos anteriormente. Por serem programados, esses influenciadores passam somente o que as marcas desejam, sem falhas na comunicação ou erros de alinhamento.

    Além disso, eles também são capazes de trabalhar a qualquer hora do dia ou da noite e não precisam se preocupar com coisas como fuso horário ou viagens.

    3. Geração de tráfego qualificado

    Para além das redes sociais, os virtual influencers também podem impactar positivamente em outros canais de comunicação da empresa.

    Um virtual influencer bem programado consegue aumentar o tráfego no site da marca, por exemplo, aumentando as chances de gerar leads qualificados e avançá-los nas etapas de compra.

    Virtual influencers de sucesso

    No Brasil e no mundo, existem alguns exemplos de sucesso envolvendo o uso de influenciadores virtuais. Confira:

    Lu (Magazine Luiza)

    A influenciadora virtual Lu é a imagem da rede varejista Magazine Luiza. Com mais de 6 milhões de seguidores no Instagram, ela é uma das influenciadoras mais populares do Brasil.

    O surgimento da Lu foi uma grande inovação da marca, que buscava uma nova forma de se posicionar na web. A estratégia deu muito certo e, hoje, ela é referência no mercado de virtual influencers.

    CB (Casas Bahia)

    Sendo um personagem refeito de uma versão da década de 60, o CB é um personagem adolescente que representa as Casas Bahia.

    A reformulação foi uma estratégia da marca para se reposicionar no mercado e humanizar seu relacionamento com o cliente, tratando de temas como sustentabilidade e tecnologia.

    Ainda que não tenha agradado tanto os fãs do mascote mais antigo, essa mudança foi um sucesso de engajamento e gera resultados até hoje.

    Lil Miquela

    Lil Miquela é uma virtual influencer com todas as características de uma verdadeira influenciadora “instagrammer”. 

    Com 19 anos e vivendo em Los Angeles, Lil Miquela surgiu num momento onde as atenções estavam voltadas para as causas “Black live matters”, na qual sempre se mostrou presente.

    Além disso, ela já fez sessões fotográficas para a V Magazine e Highsnobiety, Calvin Klein, Prada a convidou para ajudar a promover o seu desfile, e também filmou anúncios publicitários para a UGG.

    Enfim, o uso de virtual influencers por grandes empresas é uma prática com cada vez mais adeptos e com muitas vantagens, tanto para as marcas, quanto para o público.

    Caso possua interesse em investir nessa tecnologia, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação da abordagem citada acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time.

  • A indústria gamer é, hoje, o setor do mercado de entretenimento mais valioso do mundo. 

    Segundo uma pesquisa realizada pela empresa Newzoo, em 2021, este setor faturou R$11 bilhões somente no Brasil.

    Com um crescimento tão grande, as oportunidades de investimento são diversas, e é claro que o marketing de influência não ficaria de fora.

    Por isso, neste post, falaremos um pouco mais sobre os impactos da indústria gamer no Brasil e no mundo e como ela pode ajudar no fortalecimento das marcas.

    Confira!

    A indústria gamer no Brasil

    Foi-se o tempo em que jogar videogame era apenas um simples passatempo. Com cada vez mais investimentos, esse nicho do mercado de entretenimento vem batendo recordes de lucro e audiência ao longo dos anos.

    Para se ter ideia do tamanho do público alcançado, surpreendentes 3 a cada 4 brasileiros dizem jogar jogos eletrônicos, de acordo com um levantamento da Pesquisa Game Brasil.

    Desse montante, as mulheres são a maioria no cenário mobile, com 60,4% de presença, enquanto os homens dominam os consoles e computadores, com 63,9% e 58,9%, respectivamente.

    A indústria gamer no mundo

    A já mencionada empresa Newzoo também projetou um grande crescimento na arrecadação desse nicho para 2023.

    De acordo com a instituição, a receita global da indústria de jogos ultrapassou os 159 bilhões de dólares em 2020 e deve atingir os 220 bilhões de dólares até 2023.

    E não é pra menos, dado que essa área do entretenimento é uma importante empregadora, com milhões de trabalhadores em todo o mundo envolvidos na criação, desenvolvimento e distribuição de jogos.

    Inclusive, para além do setor financeiro, a indústria gamer também tem um impacto positivo na área da saúde, sendo usada em aplicações médicas e educacionais, garantindo o bem-estar da população.

    Como a indústria gamer pode ajudar no fortalecimento das marcas?

    Agora que você tem noção do impacto financeiro e social desse mercado e conhece seu potencial em relação a público e audiência, com certeza deve ter se interessado por anunciar por lá, né?

    Mas como uma marca pode investir em marketing dentro da indústria gamer?

    Abaixo, listamos três opções viáveis para o negócio. Vejamos:

    1. Patrocínio

    O patrocínio de jogos envolve um investimento nos títulos quando eles ainda se encontram na fase de desenvolvimento.

    Este dinheiro ajudará os desenvolvedores a investir em novas tecnologias e mecânicas nos jogos, o que aumentará sua qualidade e, consequentemente, seu público consumidor.

    Em retorno, as marcas têm suas logomarcas incluídas na versão final desses jogos e, a depender dos contratos, seus produtos e serviços também podem ser promovidos dentro do próprio jogo ou em evento relacionado.

    2. Parcerias com influenciadores

    As parcerias com influenciadores gamers envolvem a colaboração com influenciadores populares na indústria gamer para promover a marca.

    Estes influenciadores podem mencionar ou mostrar os produtos da empresa em seus vídeos e/ou postagens nas redes sociais, o que ajuda a aumentar o alcance da campanha de marketing.

    Essas parcerias, geralmente, são eficazes, pois os seguidores dos influencers tendem a confiar nessas recomendações e opiniões.

    3. Experiências de marca dentro dos jogos

    Por fim, as experiências de marca envolvem a inclusão de elementos da marca dentro do jogo de maneira orgânica.

    Isso pode incluir a criação de personagens ou elementos de jogo baseados na marca ou a inclusão de produtos ou serviços da empresa em missões ou eventos.

    Essa estratégia ajuda a aumentar a exposição da marca e a construir uma conexão com os jogadores.

    Como exemplo, podemos citar o jogo Death Stranding, projetado por Hideo Kojima, que recebeu uma versão virtual do energético Monster Energy.

    Enfim, a indústria gamer está longe de atingir seu ápice no potencial lucrativo e, por isso, é uma excelente área de investimento, sobretudo para a área do marketing.

    Para saber mais sobre este nicho, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação das abordagens citadas acima!

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  • O E-commerce no Brasil é um dos investimentos dentro das empresas que vem crescendo bastante nos últimos anos.

    Hoje em dia, é bastante difícil encontrar empresas que já estão no mercado ou surgindo sem e-commerces.

    De acordo com dados de um levantamento realizado pela SmartHint, os cinco primeiros meses de 2022 tiveram uma arrecadação 785% maior se comparado ao período pré-pandemia.

    Ou seja, é um mercado de possibilidades que, definitivamente, não podemos ignorar.

    Por isso, neste post, falaremos sobre o que é o e-commerce, como está o mercado de e-commerce no Brasil e quais são as suas tendências para 2023.

    Confira!

    O que é o e-commerce?

    De maneira resumida, o e-commerce é a prática de realizar negócios pela internet.

    Isso inclui a compra e venda de produtos ou serviços através de um site ou plataforma digital, bem como as atividades relacionadas, como processamento de pagamentos, gerenciamento de estoque e entrega de produtos.

    O e-commerce é uma forma cada vez mais popular de fazer compras, pois oferece comodidade, ampla seleção de produtos e preços competitivos.

    Além disso, os consumidores podem facilmente comparar produtos e preços de diferentes vendedores e lojas online antes de tomar uma decisão de compra.

    Como está o mercado de e-commerce no Brasil?

    O crescimento do e-commerce no Brasil tem sido impulsionado pelo aumento do acesso à internet, pela crescente confiança dos consumidores em fazer compras online e pelo aumento da oferta de produtos e serviços.

    Só para se ter uma ideia, em estudo realizado pela Retail X, do Reino Unido, a plataforma de e-commerce brasileiro é a que detém o maior crescimento da América Latina.

    Em 2022, este mercado arrecadou US$8,1 bilhões a mais do que em 2021 e as expectativas para o futuro é que esse aumento mantenha-se constante.

    No entanto, o e-commerce no Brasil ainda enfrenta alguns desafios, como o alto nível de inadimplência e a falta de infraestrutura de entrega e logística em algumas regiões do país.

    Quais as tendências do e-commerce no Brasil para 2023?

    Como sabemos, definir o que será tendência ou não no mercado é uma tarefa difícil, principalmente por causa de sua dinamicidade e de suas mudanças repentinas.

    Contudo, após a análise do panorama atual, podemos apontar algumas tendências que irão bombar em 2023. São elas:

    1. Voice Commerce

    Também conhecida como compra por voz, essa prática tem ganhado cada vez mais espaço no e-commerce, principalmente após o Google ajustar seu algoritmo para compreender melhor as buscas por voz.

    Todo e qualquer usuário de tecnologia ama processos de comunicação ágeis, e em processos de compra, isso não seria diferente. 

    Por isso, espere um aumento considerável nos usos de tecnologias como Amazon Echo e Google Home.

    Inclusive, gigantes da indústria, como as empresas Natura e Domino’s já desenvolveram meios para tornar seus processos de venda completamente realizáveis somente por mecanismos de voz.

    2. Omnichannel

    Omnichannel é uma estratégia de negócios que busca oferecer uma experiência de compra consistente e integrada aos consumidores, independentemente de onde eles estejam ou de qual canal estão usando para fazer suas compras.

    Isso significa que as empresas precisam ter uma presença digital, bem como em lojas físicas, e garantir que esses canais estejam interconectados e trabalhem em conjunto para atender às necessidades dos consumidores.

    Por exemplo, um consumidor pode pesquisar um produto online, adicioná-lo à sua lista de desejos e, em seguida, ir até uma loja física para comprá-lo.

    A empresa deve ser capaz de rastrear as atividades do consumidor e fornecer uma experiência personalizada, como mostrar a ele os produtos que ele adicionou à sua lista de desejos quando ele entra na loja.

    Além disso, a empresa deve ser capaz de processar pagamentos, gerenciar estoque e fazer entregas de maneira consistente, independentemente do canal usado pelo consumidor.

    3. Sustentabilidade

    Os consumidores estão cada vez mais conscientes da necessidade de proteger o meio ambiente e, por isso, estão procurando opções de compra mais sustentáveis.

    As empresas de e-commerce que abraçam a sustentabilidade e demonstram compromisso com a responsabilidade ambiental podem ter vantagem sobre as que não o fazem.

    Existem muitas maneiras pelas quais as empresas podem tornar suas operações mais sustentáveis.

    Alguns exemplos incluem a redução do uso de embalagens plásticas, o investimento em fontes de energia renováveis e a oferta de opções de entrega mais agradáveis ao meio ambiente.

    Além disso, elas podem promover produtos sustentáveis e trabalhar com fornecedores que compartilhem sua preocupação com o meio ambiente.

    4. Realidade aumentada

    A realidade aumentada é uma tecnologia que permite aos usuários visualizar informações adicionais ou elementos virtuais em sua visão do mundo real.

    Normalmente, isso é realizado através de um dispositivo móvel ou com o auxílio de óculos de realidade aumentada.

    Essa tecnologia tem sido cada vez mais usada no e-commerce para melhorar a experiência de compra dos consumidores.

    Por exemplo, algumas empresas de e-commerce permitem que os clientes visualizem como um produto ficaria em sua casa antes de comprá-lo, através de um smartphone. 

    Eles apontam a câmera para um local da casa e conseguem ver como o móvel ficaria ali.

    Enfim, o e-commerce no Brasil possui várias tendências para 2023 e, com a preparação certa, as empresas podem se dar muito bem neste mercado.

    Para te auxiliar nessa tarefa, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação das abordagens citadas acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators e fazer parte do nosso time.

  • O Marketing Sustentável é um assunto que tem ganhado cada vez mais espaço no mercado. 

    A preocupação ambiental, além de importante para o planeta, pode ter impacto direto na sua empresa, se você souber como lidar com as ações.

    Por isso, neste post, explicaremos mais sobre o conceito de marketing sustentável e o porquê da importância de uma empresa adotá-lo.

    Confira!

    O que é marketing sustentável?

    Também conhecido como “marketing verde” ou “green marketing”, o termo marketing sustentável remete às estratégias sustentáveis utilizadas por uma determinada empresa.

    A partir disso, há um posicionamento de marca que envolva a preservação do meio ambiente tanto em suas ações publicitárias quanto em seus produtos e serviços oferecidos.

    Em outras palavras, o marketing sustentável é aquele cujas práticas não impactam o meio ambiente de maneira negativa. 

    Seu objetivo é agregar valor à marca através de um compromisso com a natureza.

    Assim, é válido dizer que essa estratégia visa resultados a longo prazo. Através de um forte relacionamento com o cliente, as empresas conseguem alinhar seus valores com os do público e gerar uma comunidade orgânica e engajada.

    Greenwashing vs Green-Thinking: o duelo no marketing sustentável

    Apesar de termos evoluído e avançado muito em direção a um ecossistema mais sustentável, muitas marcas ainda precisam recuperar o atraso e de se adaptar. 

    Algumas estão no topo da sustentabilidade, e outras ainda estão a encontrar o seu caminho através dela.

    Assim, o que acontece quando uma marca quer progredir na sustentabilidade, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para ir? Pode comunicar sustentabilidade sem cair nesta técnica pouco ética?

    Que papel devem desempenhar as marcas? O oposto da “lavagem verde” é o “pensamento verde”, introduzindo a sustentabilidade no negócio, em toda a cadeia de valor e em todos os processos da empresa, desde a reciclagem à eficiência energética, através do incentivo à responsabilidade de consumo.

    Mas sempre a partir da visão do negócio e não do marketing. Se, além disso, as empresas disserem que estão em processo de melhoria e que estão conscientes do caminho a seguir, o consumidor valorizará essa honestidade e transparência.

    Além disso, considerará a marca como parte de uma empresa consciente que trabalha para encontrar a sua versão mais responsável.

    Tanto a sustentabilidade como a digitalização a todos os níveis serão mais relevantes do que nunca; temos de ser hábeis na identificação de tendências e oportunidades em cada nicho. 

    É essencial estar presente na conversa e em formatos de conteúdo que entretêm e acrescentam valor, para além de refletir a personalidade da marca.

    Por que investir em marketing sustentável?

    Adotar o marketing sustentável traz inúmeros benefícios para a empresa, além do óbvio ganho para o meio ambiente. 

    Um aprimoramento no reconhecimento da sua marca é um exemplo. Atrelar seus produtos e serviços a uma produção “eco friendly” gera identificação e, portanto, um engajamento orgânico.

    Dentre as outras vantagens de adotar esse sistema, podemos incluir:

    • ROI aumentado;
    • Desperdícios reduzidos;
    • Atração de novos consumidores.

    Também é válido salientar que a preocupação com a natureza e o investimento em soluções verdes não é apenas uma estratégia de marketing, mas uma maneira de atender demandas cada vez mais exigentes do mercado consumidor.

    Por isso, o marketing sustentável é uma das principais tendências para 2023, no mercado do marketing e comunicação. O comportamento dos usuários mudou, logo, a necessidade de saber os bastidores de uma marca, é essencial e passou a ser uma necessidade social dos influenciadores.

    Como colocar o marketing sustentável em prática?

    Como mencionado anteriormente, o marketing sustentável é uma estratégia que visa resultados a longo prazo. 

    Contudo, de nada adianta se posicionar como favorável ao meio ambiente e não cumprir de fato.

    Citando os 4 P’s do marketing, podemos elaborar um cenário completamente sustentável e atrativo aos clientes. Ficamos assim:

    1. Preço

    Inevitavelmente, um aumento nos custos será necessário para conseguir atender todas as demandas de processos, como gerenciamento de resíduos, descarte correto e aquisição de recursos sustentáveis para a fabricação das mercadorias.

    Porém, o público consumidor de produtos verdes já conhecem esse “modus operandi” e, portanto, estão dispostos a pagar o preço justo por eles. 

    Assim, ao realizar a precificação dos seus serviços, tenha em mente todos esses custos e despesas no geral.

    2. Produto

    Na oferta de produtos físicos, certifique-se de que eles são produzidos com embalagens recicláveis para serem reaproveitados no futuro. 

    Além disso, você também pode dar preferência a insumos que não foram refinados, pois eles contêm menos química e, consequentemente, não agridem o meio ambiente.

    Lembre-se sempre: sustentabilidade também é qualidade.

    3. Praça

    Para além do espaço de comercialização do produto propriamente dito, a praça também diz respeito ao local de produção.

    Aqui, é interessante o investimento em máquinas com baixo consumo de energia, ou seja, que diminuem o impacto na natureza, e em um sistema de atendimento online, que facilitará o acesso do consumidor e diminuirá a circulação de veículos na cidade para atendimentos presenciais.

    4. Promoção

    Como o nome sugere, a promoção diz respeito à publicidade do seu produto ou serviço. Para uma promoção preocupada com o meio ambiente, novamente podemos recorrer a internet como o principal canal de distribuição.

    Aqui, podemos concentrar nossos esforços em campanhas em redes sociais e focadas em email marketing, de forma a evitar a produção de lixo com papéis e adesivos físicos.

    Enfim, o marketing sustentável pode ajudar sua empresa a crescer, além de garantir a preservação do planeta. 

    Para te auxiliar com essa estratégia, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação das abordagens citadas acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators, e fazer parte do nosso time.

  • As tendências para 2023 no mercado de  Marketing de Influência são de muitas mudanças dentro das comunidades. 

    Prevemos que as comunidades desempenhem um papel essencial na comunicação da marca, uma comunicação bidireccional. 

    As marcas irão partilhar as suas ideias, próximos passos e anúncios com os seus mais fiéis amantes da marca, e obterão um feedback valioso dos fãs da marca.

    Com o novo ano chegando, as tendências para 2023 vão ficando cada vez mais claras. 

    E, apesar de não conseguirmos decretar com cem por cento de certeza, podemos apontar alguns segmentos do Marketing de Influência que deverão dar o tom do mercado no próximo ano.

    Neste post, falaremos sobre algumas tendências do Marketing de Influência para 2023 e o que podemos esperar.

    Confira!

    Um panorama das tendências 2023

    Tudo está se tornando mais complexo e o mercado do marketing sabe disso e como gerar valor para as marcas.

    Automatização, posicionamento, sustentabilidade, criatividade e demais pontos são as novas chaves para desvendar insights poderosos e captar a atenção do consumidor que recebe mais de 5.000 impressões nas redes sociais todos os dias.

    Entre as principais tendências que nós, da Samy, acreditamos serem fortes para o ano de 2023, o mercado está dando todos os sinais, através do comportamento humano.

    1. Sustentabilidade 

    Para além disto, a sustentabilidade é o novo normal. Os consumidores estão agora a levantar a sua voz, e as marcas não têm outra escolha senão começar a trazer valor e a alinhar objectivos, contribuindo genuinamente para o planeta. 

    Além disso, os marqueteiros esperam ver os seus orçamentos de marketing aumentar cerca de 10% e 25% sendo a Publicidade Digital e as Mídias Sociais as áreas com maiores investimentos.

    Há muito que as pessoas vêem como a sua influência sobre marcas e empresas aumenta. E o consumidor exige, cada vez mais, maior responsabilidade e compromisso para com a sociedade e o ambiente.

    Dados mostram que 62% da Geração Z estão mais inclinados à compra de marcas sustentáveis.

    E a Gen Z tem em consideração as posições éticas de empresas quando estas estão a comprar deles.

    2. Inteligência Artificial

    A inteligência artificial é a segunda tendência mais relevante para as marcas. 

    Não há dúvida que o último lançamento do Open AI Dall- E 2 tem sido um ponto de viragem para todos na indústria.

    Pois a forma como esta tecnologia pode gerar imagens criativas com base em instruções simples é simplesmente estonteante.

    A IA para a criatividade está ainda um pouco longe de ser o próximo movimento, mas algumas marcas podem testar esta tecnologia em 2023. 

    A utilização de IA para experiência e estratégia do cliente e consumidor aparecem como as principais aplicações para este ano. 

    A coleta de dados tem sido cada vez mais desafiante e difícil à medida que os consumidores se preocupam mais com a proteção da sua privacidade. 

    Assim, a adoção de uma estratégia orientada para os dados em 2023 torna-se um próximo passo crítico para se manter relevante.

    3. Indústria Gamer

    A indústria dos jogos está passando por novas tecnologias de ponta que os ajudam a criar experiências imersivas muito para além da consola tradicional. 

    É possível visualizar as marcas fazerem uma imersão mais profunda em 2023 na indústria do jogo. 

    Até agora, temos visto muitos exemplos de colocação de produtos que têm funcionado muito bem.

    Mas até 2023 veremos marcas a melhorar os jogos de vídeo existentes, integrando eventos e experiências, ou a oferecer objetos virtuais que os utilizadores podem utilizar no jogo.

    Muitos jogadores de futebol e personalidades envolvidas no mundo dos esportes na vida real, passaram a apostar nesse mercado do e-sports. 

    4. Demandas por posicionamento

    O ano de 2022, no Brasil, foi marcado por acontecimentos importantes, principalmente na área da política e dos esportes. 

    Sendo ano de eleições e Copa do Mundo, cada vez mais influenciadores, pressionados por seus públicos, se posicionaram a favor ou contra determinados ideais.

    Aqui, a tendência é que esse tipo de “modus operandi”, por assim dizer, continue e ganhe mais força, principalmente na internet. 

    A atual geração está cada vez mais engajada em causas sociais e exige um posicionamento claro de suas figuras de influência.

    5. Influenciadores como marcas

    Com públicos cada vez maiores, um crescente investimento por parte dos influencers em suas próprias marcas é uma aposta que deve ser ainda mais trabalhada em 2023.

    Só a nível de exemplo, o youtuber Marco Pasinatto, conhecido como Skorpion Gamer, foi o primeiro influenciador a possuir estande próprio na Brasil Game Show, a maior feira de games da América Latina.

    6. Aumento na segmentação

    É fato que número absoluto de seguidores não é garantia de resultados estratosféricos quando se trata de Marketing de Influência. 

    Dados como engajamento contam muito mais para acordos de publicidade e, nisso, muitos influenciadores com poucos seguidores conseguem se destacar.

    Por isso, o investimento em parcerias com criadores de conteúdo de nichos específicos pode ser uma das grandes sacadas para 2023. 

    Essa estratégia pode ser bem útil para uma melhor segmentação das campanhas, já que esses influencers conseguem conversar de maneira bem mais próxima com seu público.

    7. Expandir o alcance para além das redes sociais

    Influenciadores digitais não precisam, necessariamente, estarem limitados às próprias redes. 

    Uma boa empresa com uma campanha de marketing competente saberá quando levar este conteúdo aos próprios canais digitais, como sites e blogs, e-mails marketing e até eventos presenciais.

    Aqui, o segredo para o próximo ano é analisar as oportunidades para descobrir como aumentar os resultados na comunicação levando o trabalho dos influenciadores para além das redes sociais.

    8. Investimento em Live Commerce

    O famoso comércio ao vivo pelas redes sociais possui um diferencial bacana, já que une marketing de influência, entretenimento e vídeo. 

    Esse mercado cresceu bastante na pandemia, alcançando um valor de 500 bilhões de dólares, de acordo com uma matéria da Forbes.

    Por isso, as expectativas para 2023 são otimistas e um investimento nessa modalidade pode ser a chave para o sucesso financeiro da sua marca.

    Enfim, essas tendências do Marketing de Influência para 2023 podem te ajudar a planejar melhor as estratégias para o próximo ano. 

    E para te auxiliar nessa tarefa, você pode contatar nosso time especializado em marketing de influência e tirar todas as suas dúvidas para a implementação das abordagens citadas acima!

    E caso você seja um criador de conteúdo, pode também conectar-se com a nossa comunidade exclusiva de creators, e fazer parte do nosso time.

  • Como investir no metaverso é uma pergunta que está sendo feita por muitas pessoas e empresas desde o lançamento do ambiente virtual. 

    O assunto ganhou ainda mais destaque quando Mark Zuckerberg, diretor executivo do Facebook, anunciou uma alteração no nome do grupo da rede social para Meta. 

    Mas como as empresas varejistas estão lidando com essa nova tecnologia? É possível obter lucros nessa área?

    Neste artigo, explicaremos como as empresas do varejo podem investir nesse universo e o que elas podem esperar de retorno.

    Confira!

    O que é o metaverso?

    De uma maneira simplificada, o metaverso é um ambiente virtual que busca integrar as particularidades da tecnologia ao mundo real. 

    Em outras palavras, ele é um espaço imersivo construído com a ajuda de ferramentas como hologramas, realidade virtual e realidade aumentada.

    Para uma melhor visualização do conceito, imagine um cenário similar ao do filme Matrix, das diretoras Lana e Lilly Wachowski. 

    Contudo, no metaverso, a ideia é que tenhamos avatares virtuais que irão conversar, trabalhar e viver, de fato, neste universo virtual.

    Inclusive, é válido salientar também que para acessar este ambiente, faz-se necessário o uso de alguns recursos como os famosos óculos de realidade virtual.

    Mas como investir no metaverso sendo varejista?

    Antes de tudo, é preciso dizer que, para iniciar os investimentos nesta área, faz-se necessário todo um planejamento voltado ao metaverso. 

    Isso significa que devemos tratar o ambiente virtual como um novo canal e, por isso, realizar análises prévias, entender os processos e estudar os potenciais e as limitações da própria empresa ao inseri-la no ambiente virtual.

    Isso inclui, inclusive, um estudo para verificar o público-alvo que queremos alcançar dentro das plataformas de realidade virtual. 

    Um erro comum é achar que os consumidores virtuais serão os mesmos da vida real, o que não necessariamente será verdade.

    Após compreender a empresa e seu possível público-alvo, a estratégia a ser implementada passa pela ideia de posicionamento de marca. 

    Sabe a história do “quem não é visto, não é lembrado”? Aqui, ela se encaixa perfeitamente. O relacionamento com o consumidor é, talvez, o ponto mais importante. 

    O posicionamento certo com o público certo é a chave para a fidelização e, consequentemente, o crescimento da marca.

    Abaixo, listamos alguns exemplos de varejistas que aderiram ao metaverso e utilizaram estratégias que podem servir como insights para as da sua empresa. Vejamos:

    1. Forever 21

    No metaverso, as empresas podem criar um ambiente próprio para o crescimento da marca ou podem optar por aderir a espaços existentes, como foi o caso da Forever 21 com o Roblox.

    Com uma unidade da loja aberta no ambiente de jogos do Roblox, a Forever 21 usou a estratégia de oferecer produtos virtuais da marca dentro do ambiente digital. 

    Inclusive, um desses itens fez tanto sucesso que ganhou uma versão física no mundo real. É um ótimo exemplo de sucesso.

    2. Nike

    Já a marca esportiva Nike é uma das empresas que preferiu criar seu próprio ambiente no metaverso, chamado Nikeland. 

    Contudo, para além de simplesmente inaugurar uma unidade virtual e vender os produtos, a Nikeland permite que seus usuários pratiquem esportes e criem seus próprios minigames.

    Um diferencial que se encaixou perfeitamente na proposta da marca e, ao mesmo tempo, torna seu ambiente atrativo e, principalmente, interativo.

    3. Walmart

    A gigante Walmart apostou numa estratégia mais contida, porém eficiente. 

    No metaverso, a empresa possui uma loja na qual seus clientes conseguem frequentar, visualizar os itens disponíveis e realizar as compras, tudo de maneira virtual. 

    Aqui, o diferencial é que os produtos adquiridos chegam em suas casas na vida real.

    Enfim, com tantas estratégias e possibilidades que o metaverso oferece, cabe apenas ao investidor analisar os melhores cenários e decidir os caminhos para as implementações. 

    Se a sua empresa planeja investir no ramo, considere entrar em contato com o time de especialistas em Marketing de Influência da SamyRoad para que possamos emergir nas melhores estratégias para o seu negócio!

    Na Samy, ajudamos as marcas a crescerem. Combinamos pesquisa, tecnologia com estratégia, criatividade e performance, para criar soluções, mensagens e experiências que signifiquem muito além do que se vê. 

    Proporcionar o crescimento é o nosso valor partilhado. Relevante, simples, eficaz. Se você é um criador de conteúdo, entre para a nossa comunidade exclusiva e faça parte desse time.

  • Não é preciso ser usuário assíduo de redes sociais para ter se deparado com o termo “farofa da gkay” nos últimos dias, principalmente em redes sociais como o Twitter. 

    Contudo, apesar da expressão ser bem conhecida entre os consumidores de conteúdo de influencers e subcelebridades, ela pode ser motivo de confusão por grande parte da população.

    Por isso, neste post, vamos falar sobre o que é a Farofa da Gkay, explicar o porquê de ser um assunto tão comentado e como uma empresa pode lucrar com o marketing neste assunto.

    Confira!

    O que é a Farofa da Gkay: entenda o conceito

    Sendo realizada desde 2017, a Farofa da Gkay nada mais é do que a festa de comemoração do aniversário da influenciadora digital paraibana Gessica Kayane, conhecida popularmente como Gkay.

    O que muitos não sabem é que o título leva a palavra “farofa” porque, além de nomear a comida, ela é utilizada no nordeste para se referir a uma reunião de muitas pessoas, no qual cada integrante leva algo como contribuição. 

    O evento, que hoje conta até com uma line-up digna de festivais musicais, tornou-se famoso devido a presença de diversas celebridades e subcelebridades, dentre atores, atrizes, cantores e produtores de conteúdo.

    Gkay, que também é humorista, não costuma economizar com o evento. Segundo a própria, a edição deste ano teve um custo aproximado de R$8 milhões de reais, tendo ocorrido entre os dias 5 e 7 de dezembro em Fortaleza, no Ceará, e contando com a presença de mais de 500 personalidades famosas.

    O que é a Farofa da Gkay: por que é tão comentado?

    Eventos deste porte são, normalmente, pratos cheios para a geração de notícias em sites e blogs de fofoca e/ou que tratem sobre a vida dos influenciadores e subcelebridades. 

    A edição do ano passado, por exemplo, além de brigas e até tentativas de invasão por parte de fãs, contou com a reconciliação de Solange Almeida e Xand, dois ex-membros do grupo Aviões do Forró.

    Este ano, a Farofa não ficou isenta de acontecimentos geradores de cliques pela internet. O humorista Tirullipa, por exemplo, acabou sendo expulso do local da festa sob acusações de assédio. 

    Enquanto isso, na última noite da comemoração, a dona da festa apareceu com um vestido espelhado da coleção mais recente da JW Anderson, uma marca de grife.

    Como a Farofa da Gkay pode ser uma oportunidade para minha empresa?

    Do ponto de vista empresarial, a Farofa da Gkay pode ser um acontecimento bastante lucrativo para as marcas que estiverem dispostas a ter seu nome vinculado às celebrações anuais. 

    A Gessica Kayane, sozinha, possui 40 milhões de seguidores em todas as suas redes sociais, o que é já um número expressivo. 

    Agora, considere todos os famosos que estão presentes nas edições. O alcance publicitário ligado a esses nomes é gigantesco.

    Não à toa, a Farofa deste ano teve uma transmissão exclusiva dos shows através dos canais de comunicação da Globoplay e do Multishow, ambas propriedades do Grupo Globo. 

    Em outras palavras, além do alcance pela internet, as atrações da festa ganharam tempos na televisão, o que abre ainda mais espaço para a publicidade e promoção das marcas.

    Por isso, não perca mais tempo. Contate agora mesmo nosso time especializado em marketing de influência e conheça as melhores estratégias para a sua empresa!

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  • Videocast é um formato de comunicação que está ganhando cada vez mais espaço nas plataformas digitais, sobretudo pela sua forte influência do podcast.

    A principal vantagem desse tipo de conteúdo é a sua versatilidade: ele pode ser usado para apresentar um produto, contar uma história, fazer um tutorial ou até mesmo para entrevistar um especialista.

    No entanto, para criar um videocast de qualidade, é preciso seguir algumas práticas que levam a criação de bons conteúdos neste formato.

    Neste post, vamos falar sobre o conceito do videocast, suas diferenças entre o podcast e como produzir um bom videocast para a sua audiência.

    Confira!

    O que é videocast?

    Em meio à pandemia do coronavírus, o videocast atingiu o seu auge e se tornou um dos formatos de comunicação preferido das plataformas de streaming. 

    Com a quarentena, as pessoas passaram a buscar mais por conteúdos em vídeo, seja para se informarem, se divertirem ou se manterem conectadas.

    Mas afinal, o que é?

    O videocasting é um tipo de comunicação on-line que está crescendo em popularidade devido a seu formato visual atraente. 

    Um videocast normalmente envolve uma ou mais pessoas gravando a si mesmas falando sobre um determinado tópico, que é então transmitido ao vivo ou pré-gravado e compartilhado on-line. 

    Este tipo de conteúdo pode ser usado para uma variedade de propósitos, tais como fornecer conteúdo educacional, compartilhar notícias ou opiniões, ou simplesmente entreter os telespectadores. 

    O vídeo é uma ótima maneira de alcançar um grande público e se conectar com eles de uma forma mais pessoal do que a comunicação baseada somente em texto ou áudio.

    Profissionais de todos os nichos apostando em videocast

    Não há dúvidas do quanto o audiovisual cresceu em busca nos últimos anos. Hoje em dia, encontramos dezenas de milhares de influenciadores no Brasil e no mundo.

    Bem como, vemos profissionais da mídia e comunicação e o mercado do marketing de influência e digital aquecido pelos novos formatos de mídia.

    Pessoas famosas, artistas, profissionais da mídia, o formato de videocast funciona para todos. Pois se tornou um ótimo palco online para expressar de forma mais autêntica e com bastante interação com o espectador. 

    No mercado temos nomes como Thiago Nigro e o Primo Cast, Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme com o Quem Pode, Pod, Bruno Perini e Malu Perini com Os Sócios e muitos outros.

    Todos esses são nomes renomados de variados nichos do mercado, que transformaram seus canais em verdadeiros meios para se comunicar por videocast.

    Por isso, o videocast também veio como uma forma de fazer com que as pessoas se sintam mais próximas de quem está assistindo e possam se identificar melhor com semelhanças e diferenças. 

    Qual a diferença entre videocast e podcast?

    Apesar de serem formatos de comunicação semelhantes, possuem várias diferenças. 

    A principal delas é que o podcast é um formato apenas em áudio e que normalmente as pessoas escutam em streamings como Spotify e Deezer.

    Outra coisa que difere entre videocast e o podcast é o budget que precisa ser investido neles. 

    O custo com a produção de um videocast é bem maior do que um podcast porque envolve além da produção de conteúdo em vídeo envolve um custo maior de armazenamento nas plataformas.

    Porém, apesar de serem diferentes, conseguem atingir públicos grandes. O videocast segue um “estilo” no qual, em outras palavras, pode ser entendido como a nova televisão, tal como redes sociais como o Tik Tok.

    Já o podcast é um formato que pessoas que não sentem ou não podem estar consumindo o conteúdo visualmente, preferem. Como no caso, também, de audiobooks, no qual os livros são lidos e você escuta como um “podcast”.

    O Youtube, sem dúvidas, se afirma mais uma vez, como uma das principais plataformas para transmissão de videocasts. 

    Por ser uma plataforma de audiovisual, desde sempre, passou a ser a mais acessada para o consumo de conteúdos como videocasts, logo, a principal aposta dos marketings de influenciadores e empresas.

    Por que investir em videocast

    Com a crescente dos podcasts desde 2017, no Brasil, os videocasts vieram como uma alternativa mais interativa, com seus recortes ou transmissões ao vivo em streamings. 

    A ideia de investir neste tipo de comunicação é para que a sua marca ou influência possa ter mais autoridade sobre determinados assuntos que você trabalha.

    Além disso, você consegue criar uma comunidade ao redor da sua marca e vender mais. 

    E aqui, o grande segredo é conversar com sua comunidade sobre um nicho que ela ama e não apenas sobre o seu produto.

    A comunicação em vídeo, portanto, vem ganhando cada vez mais espaço. As pessoas sentem a necessidade de saber de quem é a cara e voz dos que apresentam conteúdos. 

    Portanto, se você é influenciador digital ou possui alguma marca, invista neste formato. Ele certamente irá elevar seu patamar na hora de se comunicar e ganhar mais visibilidade para a sua marca.

    Para soluções de marketing de influenciadores, conte com nosso time especializado e entre para a nossa comunidade exclusiva.

  • A tendência Brazilcore explodiu no Brasil e no mundo, através do TikTok, outras redes sociais, influenciadores e muito da influência “gringa” nos conteúdos de moda.

    O Brazilcore é mais um exemplo de tendência que ganhou ascensão rapidamente, como o “GRWM”, devido a força do TikTok e seus criadores de conteúdo.

    Todo esse impacto da tendência Brazilcore, acabou coincidindo também, com a Copa do Mundo 2022, que está sendo super explorada no momento, pelas influenciadoras digitais fashionistas. 

    Por isso, o verde, amarelo e azul voltaram para renovar o símbolo da bandeira brasileira, sendo destaque após famosos nacionais e internacionais lançarem a tendência.

    Neste post, vamos falar sobre o que é a tendência Brazilcore, sua origem, o impacto no mundo da moda e social e inspirações.

    Confira!

    O que é Brazilcore

    O Brazilcore é mais uma tendência que surgiu nas redes sociais, especialmente no TikTok, após famosas passarem a aderir looks que enaltecem a bandeira brasileira e a camisa da seleção brasileira.

    Por influência desse movimento, tornou- se moda se vestir com looks inspirados na cultura brasileira, suas cores vibrantes e símbolos que remetem a bandeira a camisa do Brasil. 

    Em sua definição literal, a palavra “core” significa “essência”, por isso é uma tendência que tem como ponto exaltar a essência do Brasil, nas cores, estilos, lifestyle. 

    Como a tendência Brazilcore impactou 

    Por alguns anos a camisa do brasil passou a ser um tabu devido a questões políticas e deixou de ser usada pela maioria dos brasileiros.

    Porém, com diversos questionamentos e posicionamentos da sociedade e com a copa se aproximando em poucos dias, os brasileiros estão dando novos sentidos às cores da bandeira e as camisas esportivas. 

    Além disso, o Brazilcore também tem forte influência da cultura vinda das periferias brasileiras, iniciando o uso das camisas de time e cores da bandeira para compor looks. 

    Inspirações e influenciadoras

    Para montar os looks com a “estética brasileira”, aposte em camisas da Seleção Brasileira, peças com estampa do Brasil e invista nas cores verde e amarelo. 

    Além disso, se inspire nas influenciadoras e criadores de conteúdo que já estão lançando essa tendência. 

    Anitta vestindo tendência brazilcore no Coachella
    Modelos, Alessandra Ambrósio, Brazilcore
    Hailey Bieber
  • Que os brasileiros amam um reality show a gente não tem dúvidas, mas afinal, o que os levam a se tornarem verdadeiros fãs dos programas e dos personagens que fazem parte das edições?

    Produções audiovisuais, sejam elas inspiradas na vida real ou ficção, desembarcaram no Brasil ainda nos anos 2000, quando assistimos as primeiras edições do Big Brother Brasil e da Casa dos Artistas, na televisão aberta. 

    Com a avalanche que a internet trouxe na mudança de hábitos e comportamentos da sociedade, sobretudo no Brasil, os Realities Shows passaram a ganhar mais força, com novos formatos e dinâmicas.

    Se importando não somente com quem estaria dentro dos confinamentos, mas, também, com os temas sociais que esses cenários passaram a levantar ao público brasileiro, sempre se posicionando diante do que assistem. 

    Neste artigo, vamos conversar sobre o impacto do reality show no cotidiano do brasileiro e como os números comprovam que, sim, é um dos tipos de programas mais “queridinhos” do país e sua marca deve surfar essa onda.

    Confira!

    Reality show: espectadora assistindo

    Reality Show gera identificação com espectador

    Ao longo dos anos, os reality shows foram ganhando popularidade e caindo cada vez mais no gosto do brasileiro. 

    Toda essa interação pode ser entendida pelo comportamento humano de se importar em como as pessoas que estão no programa irão se comportar diante das mais diversas situações, com outros integrantes das casas. 

    Realities shows como o Big Brother Brasil mostram grupos de diferentes pessoas, convivendo todos os dias, durante alguns meses. 

    Logo, isso traz à tona diversas pautas, ao expor o convívio direto e intenso entre os participantes. 

    O público acompanha pois se identifica com os mais variados “personagens” do programa e sempre conseguimos notar parcelas de pessoas que torcem mais para alguns do que para outros. 

    Essa identificação do público com as pessoas que participam deste tipo de programa é um dos pontos focais do porque o brasileiro adora um reality show. 

    Estudos mostram que os espectadores de reality shows desenvolvem sentimentos como empatia pelos integrantes e isso se dá por se reconhecerem nas escolhas e ações de quem está dentro da casa. 

    Mais ainda, os realities levam vantagem em cima de programas de ficção justamente por se tratar de pessoas reais, em situações reais, ainda que muitos participantes acabem por interpretar algum personagem, previamente planejado por equipes de marketing.

    E assim, naturalmente, o público consegue sentir e se enxergar nas situações que assistem e pensar em como poderia ser se fosse nós nas mesmas situações.

    Reality show: Big Brother Brasil está entre os prediletos da audiência brasileira

    Públicos brasileiros de reality show

    Em estudo realizado pela Mind Miners, que entrevistou 1.000 pessoas de todos os gêneros, mostra que reality shows são acompanhados por cerca de 55% do público brasileiro. Um número bastante relevante, não é mesmo?

    Tal porcentagem se divide entre diversas faixas etárias, provando que são programas extremamente plurais e do agrado de todos. 

    A geração millennials são os mais assíduos aos programas de entretenimento como reality show. 61% das pessoas desse grupo assistem tal tipo de programa. 

    Em segundo lugar observamos os baby boomers, que ficam com uma parcela de 56% fãs de realities. 

    A geração X contempla uma média de 50% do seu grupo e a geração Z 49%.

    E os motivos que os levam à assistir este tipo de conteúdo são dos mais variados, passando por causas como: 

    • Assistir para passar o tempo: 60%
    • Assistir para se divertir: 56%
    • Assistir para observar o comportamento humano: 36%
    • Assistir para se manter atualizado sobre o assunto: 19%
    • Assistir para aprender algo: 15% 

    Reality show é vitrine para marcas

    Se no começo da era dos realities, eles não passavam de programas fúteis, atualmente surgem como verdadeiros canais para discutir pautas importantes na sociedade. 

    O Big Brother Brasil já se mostrou como um reality show que trouxe participantes acusados dos mais diversos pontos, como racismo, xenofobia e machismo. 

    E é na rede social onde o debate esquenta, tomado pelo público que assiste ao programa. 

    Em épocas de reality show, ainda que você não assista, é praticamente impossível não ouvir falar sobre o que mais está sendo comentado na casa, no momento. 

    Diante das diversas formas que o público já se posicionou sobre reality shows, a participação de influenciadores passou a ser mais uma estratégia.

    Tal cenário também passou a ser propício para marcas que investiram seus produtos dentro dos programas, também utilizando da fama dos influenciadores participantes. 

    Manu Gavassi: influenciadora e participante do BBB20

    Estudos comprovam que 42% dos espectadores brasileiros conheceram alguma marca ou produto por meio de um reality show. 

    E também que 32% da audiência disse aumentar o interesse após ter visto um produto no programa.

    Portanto, isso mostra que existem muitas possibilidades para uma marca aumentar a sua visibilidade dentro de um real. 

    Durante o programa e após, com o sucesso que os participantes e influenciadores passam a fazer.

    Conheça nossa comunidade exclusiva de influenciadores e criadores de conteúdo, faça parte e se engaje com um meio que está sempre antenado sobre assuntos em alta, como reality shows.